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1 INTRODUÇÃO

O sistema Monolítico é um sistema de construção com elevado grau de pré-fabricação baseado na utilização de painéis de laje, parede e  escada que incluem uma alma de poliestireno expandido e uma camada adicional de betão colocada em obra por processos tradicionais ou projetado com recurso a equipamento de projeção adequado. O sistema foi introduzido em Portugal em 1994.

O sistema construtivo Monolite tem como origem um projeto Italiano de industrialização da construção, desenvolvida para regiões sujeitas a terremotos e com o intuito de criar uma estrutura monolítica que não desmoronasse e agregasse elementos de isolamento térmico e
acústico totalmente estanque ás intempéries.


O sistema Monolítico tem homologação italiana (Certificato d`Idoneita Técnica) emitida em 1985 pelo Instituto Giordianos. Este sistema construtivo já se emprega há mais de 30 anos nos mais exigentes mercados da construção civil, podendo ser encontrado em países como Itália, França, Inglaterra, Alemanha, EUA, entre outros.


O sistema construtivo Monolítico consiste num sistema de construção anti-sísmico, isolante térmico e acústico e de alta resistência ao impacto. Apresenta com componentes principais a argamassa ou betão e o Painel Monolítico, que consiste numa placa de poliestireno expandido de grande dimensão e por duas redes de aço leve de alta resistência, interligadas por barras de aço
electrosoldadas.

Composição do painel


O elemento básico do sistema Monolítico é composto por:


           - Núcleo central de poliestireno expandido, não tóxico, auto extinguível, quimicamente inerte e de densidade e morfologia variável com o modelo do painel (10 kg/m3).


           - Redes de armaduras electrosoldadas, de aço trefilado e galvanizado, colocadas em ambas as faces do poliestireno expandido e ligadas entre si por conectores do mesmo material. Os diâmetros dos varões variam como modelo do painel e a direção da armadura.

2 ELEMENTOS QUE COMPÕEM O SISTEMA


2.1. Painel simples

 

Este tipo de painel emprega-se em paredes divisórias, paredes resistentes e lajes. Fabricam-se com espessuras de 4, 5, 6 e 8 mm de espessura e 1.125 m de largura. O corte ondulado do poliestireno permite obter o recobrimento apropriado de argamassa para desenvolver a capacidade estrutural máxima do produto.

 

Figura 1 – Painel Simples

2.2- Painel para escadas


Este painel aplica-se em escadas permitindo a sua execução rápida e simultânea. É fabricado por medida.

Figura 2 e 3 – Painel para Escadas

3- PROCESSO CONSTRUTIVO


É feita uma laje de fundação ou uma sapata corrida de 40 cm de largura e 15 cm de profundidade nos projetos simples, ou então uma fundação especial se as condições de sondagem do terreno ou arquitetônicas não forem favoráveis, onde serão colocados arranques de 30 cm de altura com 20 cm de espaçamento, alternados, após o que se inicia o processo de
montagem da base de alinhamento e aprumo dos painéis para o levantamento de paredes.


Os painéis Monolítico são encaixados por um processo normal de amarração das armaduras e ajustados entre si através do encaixe da própria estrutura.


Após a colocação de todas as placas de uma parede sobre a base perfeitamente alinhada e aprumada, em todas as junções é colocado uma tela de reforço para dar mais rigidez e para assegurar uma continuidade ao isolamento térmico e acústico.


Os painéis são fabricados de maneira a compor as paredes bem como as aberturas de portas e janelas previstas no projeto.

As instalações hidráulicas e eléctricas são muito mais facilitadas no processo construtivo Monolítico, pois não ocorrem quebras de material para abertura de roços, como no processo tradicional de alvenaria. Usa-se um soprador de ar quente, que queima o poliestireno expandido, abrindo-se então um canalete, por onde serão passados os tubos das instalações hidráulicas e eléctricas. Esse jacto de ar quente é similar ao de um maçarico.


Outras das vantagens deste tipo de sistema construtivo é a organização e a limpeza do estaleiro da obra: não ocorrem as perdas nem os desperdícios de material, que ocorrem no caso da alvenaria tradicional.

A leveza do painel Monolite apresenta uma série de vantagens adicionais. O painel pode ser transportado manualmente com facilidade por um operário, mesmo quando tenha mais de 4 m de altura.


Na fase da montagem, o painel é manuseado e colocado na posição por um funcionário apenas, o que simplifica e acelera a montagem e, também, dispensa a necessidade de mão-de-obra especializada e a formação de equipas de trabalhos especiais.


Os painéis são montados encaixando-se uns nos outros através de arames e cada um deles a ferros de espera a partir das fundações.

Figura 4 – Fixação de painéis

Em cada ângulo reto são colocados cantoneiras em tela de aço, externa e internamente aos painéis e nos cantos das aberturas de portas e janelas são colocados vergas e contravergas de tela em "U" para neutralizar esforços de corte e esmagamentos localizados.

 

Figura 5 – Colocação de painéis no piso térreo

Portanto, no sistema construtivo Monolítico, a montagem dos painéis há uma continuidade estrutural das telas de aço e das placas isolantes, que garantem as características anti-sísmicas e de isolamento térmico e acústico.

Quanto às instalações (hidráulicas, eléctrica, dados, aquecimento, etc.) a facilidade na execução do projeto acaba por confirmar totalmente a flexibilidade e validade do sistema construtivo. A operação é muito rápida, não necessita de tradicionais trabalhos prévios de pedreiro e é absolutamente limpa.


Primeiro desenham-se os percursos das instalações na placa de poliestireno e depois, com a ajuda de um soprador de ar quente ou qualquer outra fonte de calor, faz-se o percurso desenhado; gerando uma cavidade por onde são passados, por trás da tela de aço, os materiais flexíveis.

No caso de tubos rígidos ou semi-rígidos, quando necessário, corta-se a tela metálica com um alicate e no final, fecha-se novamente a tela para segurar a tubagem.


Depois dos painéis montados, alinhados e aprumados por réguas e escoras e após a passagem dos materiais das instalações eléctricas e hidráulicas, faz-se a projeção do revestimento de argamassa ou micro betão diretamente sobre o painel.


O acabamento do revestimento aplicado será uniforme e sua aparência de qualidade superior, pois as marcas do trajeto das instalações eléctricas e hidráulicas, quase sempre visíveis nos sistemas tradicionais, não aparecerão.


Os componentes do micro betão são: areia média (c/s gravilha) e cimento com a inclusão de fibras plásticas e aditivos para dar maior consistência e impedir a retração excessiva do betão. Cada parede deve ser rebocada pelos dois lados para evitar problemas de alinhamento e prumo.

A argamassa assim constituída possui características e resistências idênticas às do betão e juntamente com a continuidade da malha de aço formada pelo processo de encastramento na tela são os responsáveis pela parte estrutural do sistema garantindo as características antisísmicas e total resistência ás ações provocados por outros agentes. Para a projeção da
argamassa, utiliza-se um compressor portátil de ar comprimido necessitando de pressão e vazão convenientes. Depois de dada a primeira e segunda mão de projeção em todas as paredes, internas e externas, é colocada a laje de cobertura.

A laje Monolítico é composta por: vigas treliçadas, lajotas em EPS, armadura de mesa e armadura adicional. Em seguida é feita a betonagem do pavimento utilizando-se um traço convencional. O escoramento é feito pelo processo habitual de construção.

 Figura 6 – Execução da laje do piso

Portanto, no sistema construtivo Monolítico, a montagem dos painéis há uma continuidade estrutural das telas de aço e das placas isolantes, que garantem as características anti-sísmicas e de isolamento térmico e acústico.

Quanto às instalações (hidráulicas, eléctrica, dados, aquecimento, etc.) a facilidade na execução do projeto acaba por confirmar totalmente a flexibilidade e validade do sistema construtivo. A operação é muito rápida, não necessita de tradicionais trabalhos prévios de pedreiro e é absolutamente limpa.


Primeiro desenham-se os percursos das instalações na placa de poliestireno e depois, com a ajuda de um soprador de ar quente ou qualquer outra fonte de calor, faz-se o percurso desenhado; gerando uma cavidade por onde são passados, por trás da tela de aço, os materiais flexíveis.

No caso de tubos rígidos ou semi-rígidos, quando necessário, corta-se a tela metálica com um alicate e no final, fecha-se novamente a tela para segurar a tubagem.


Depois dos painéis montados, alinhados e aprumados por réguas e escoras e após a passagem dos materiais das instalações eléctricas e hidráulicas, faz-se a projeção do revestimento de argamassa ou micro betão diretamente sobre o painel.


O acabamento do revestimento aplicado será uniforme e sua aparência de qualidade superior, pois as marcas do trajeto das instalações eléctricas e hidráulicas, quase sempre visíveis nos sistemas tradicionais, não aparecerão.


Os componentes do micro betão são: areia média (c/s gravilha) e cimento com a inclusão de fibras plásticas e aditivos para dar maior consistência e impedir a retração excessiva do betão. Cada parede deve ser rebocada pelos dois lados para evitar problemas de alinhamento e prumo.

A argamassa assim constituída possui características e resistências idênticas às do betão e juntamente com a continuidade da malha de aço formada pelo processo de encastramento na tela são os responsáveis pela parte estrutural do sistema garantindo as características antisísmicas e total resistência ás ações provocados por outros agentes. Para a projeção da
argamassa, utiliza-se um compressor portátil de ar comprimido necessitando de pressão e vazão convenientes. Depois de dada a primeira e segunda mão de projeção em todas as paredes, internas e externas, é colocada a laje de cobertura.

A laje Monolítico é composta por: vigas treliçadas, lajotas em EPS, armadura de mesa e armadura adicional. Em seguida é feita a betonagem do pavimento utilizando-se um traço convencional. O escoramento é feito pelo processo habitual de construção.

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